Não fazem ideia.
Não desconfiam.
Nem sonham.
Mas é mágico isto que existe. É único.
E eles não sabem, porque eles não entendem! Porque não podemos explicar.
Eles vêem de longe. Comentam, segredam, riem e especulam. Mas saber? Não sabem.
Vão achando que é banal, como sempre. Que é passaeiro, que é repentino.
Se eles soubessem...não tem nada de banal, muito menos de passageiro ou repentino.
Se eles sonhassem, o tempo e o esforço que custou não deixar os olhos mostrarem nada...
Mas não sabem, não entendem.
Vêem o físico, vêem o palpável. E estamos muito para além disso.
Ninguém vê o que nós sabemos e não dizemos. Ninguém vê os olhares presos no meio da confusão. Ninguém sabe o que sentimos contra o que quisemos sentir tanto tempo. Ninguém...apenas nós.
E juras que tentaste e eu juro que tentei. E eles...nem sequer sonham!
Agora somos. Eu sou e tu és. E sou para ti e tu és para mim. Somos um para o outro, somos para nós. Somos o que fomos a vida inteira...e eles nem sonham!
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