Sinto a tua falta!
Entraste na minha vida de uma forma invulgar, subtil e arrebatadora. E quando dei por mim, fizeste de mim alguém diferente. Fizeste-me acreditar que existem pessoas que valem realmente a pena, fizeste-me sonhar que posso ser feliz com alguém assim, diferente...
Sei que não sou perfeita. Mas sei também que sou a pessoa que conheceste, tal e qual como conheceste e não como querem que me vejas.
Sinto falta da tua voz, dos teus olhos verdes. Sinto falta da forma como me fazias sorrir, mesmo quando doia.
Sim, acho que é disso que mais sinto falta. Porque agora doi mais que nunca. Doi tanto...e tu não estás pra me fazer sorrir. Não estás e dificilmente voltarás a estar. E é isso que me deixa presa a este vazio, a esta falta.
Sinto a tua falta, babe! Tanta...
Dou comigo a pensar se te lembras de mim ainda com uma ponta de carinho, de vez em quando, quando te lembras daquilo que vivemos juntos.
E fico com medo que assim não seja...
Tenho saudades da maneira como nos olhávamos! Tenho saudades da forma como me mexias no cabelo. Tenho saudades da forma como a minha mão agarrava na tua de uma forma tão perfeita.
E desse abraço......tantas.......
Tenho saudades de falar contigo horas sem fim e de saber que nos confiavamos mais que tudo...
Tenho saudades dos sonhos...tenho saudades de tudo em ti!
Só queria que entendesses que nada foi mentira!
E se assim não for nunca mais, sei que vais sempre estar presente. Sei que, dentro de mim há um lugar que não poderá ser ocupado...
Pra ti, um beijo...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
babes
A primeira coisa que quero dizer é que lamento se não conseguir exprimir-me como gostaria...
Não sei se será possível por o meu coração em palavras, mas, de algum modo, tenho que tentar!
A verdade é que a vida não pára de dar voltas. não pára de me surpreender. E de me sacudir.
Mas por mais abanões que possam existir, dei comigo com uma força que não conhecia!
A vossa.
A força das minhas babes, das minhas princesas que têm tido um papel fundamental em tudo o que tem sido esta reviravolta.
Não tenho palavras para vos descrever o bem que me têm feito.
Os cafés, as palavras, os sorrisos e os olhares que (eu sei) são genuínos, as trocadilhos e os mimos.
Só sei que estou, mais uma vez, erguida, de corpo e alma. E sei que se tiver que recair, não vou de modo nenhum ficar no chão. Tenho-vos a vocês, tenho tudo!
Obrigada, meus amores, a todas vocês, que têm feito toda a diferença!
Não sei se será possível por o meu coração em palavras, mas, de algum modo, tenho que tentar!
A verdade é que a vida não pára de dar voltas. não pára de me surpreender. E de me sacudir.
Mas por mais abanões que possam existir, dei comigo com uma força que não conhecia!
A vossa.
A força das minhas babes, das minhas princesas que têm tido um papel fundamental em tudo o que tem sido esta reviravolta.
Não tenho palavras para vos descrever o bem que me têm feito.
Os cafés, as palavras, os sorrisos e os olhares que (eu sei) são genuínos, as trocadilhos e os mimos.
Só sei que estou, mais uma vez, erguida, de corpo e alma. E sei que se tiver que recair, não vou de modo nenhum ficar no chão. Tenho-vos a vocês, tenho tudo!
Obrigada, meus amores, a todas vocês, que têm feito toda a diferença!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
(L)
"Deito fora as imagens,
Sem ti para que me servem as imagens?
Preciso habituar-me a substituir-te pelo vento,
que está em toda a parte e cuja direcção é igualmente passageira e verídica.
Preciso habituar-me ao eco dos teus passos numa casa deserta,
ao trémulo vigor de todos os teus gestos invisíveis,
à canção que tu cantas e que mais ninguém ouve a não ser eu.
Serei feliz sem as imagens.
As imagens não dão felicidade a ninguém.
Era mais difícil perder-te, e, no entanto, perdi-te.
Era mais difícil inventar-te, e eu te inventei.
Posso passar sem as imagens assim como posso passar sem ti.
E hei-de ser feliz ainda que isso não seja ser feliz."
Sem ti para que me servem as imagens?
Preciso habituar-me a substituir-te pelo vento,
que está em toda a parte e cuja direcção é igualmente passageira e verídica.
Preciso habituar-me ao eco dos teus passos numa casa deserta,
ao trémulo vigor de todos os teus gestos invisíveis,
à canção que tu cantas e que mais ninguém ouve a não ser eu.
Serei feliz sem as imagens.
As imagens não dão felicidade a ninguém.
Era mais difícil perder-te, e, no entanto, perdi-te.
Era mais difícil inventar-te, e eu te inventei.
Posso passar sem as imagens assim como posso passar sem ti.
E hei-de ser feliz ainda que isso não seja ser feliz."
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