"Em tempos de sofrimento e de dor abraçar-te-ei e embalar-te-ei, e tomarei o teu sofrimento e fá-lo-ei meu. Quando choras, eu choro, e quando sofres, eu sofro. E juntos tentaremos conter as marés de lágrimas e desespero e conseguir passar os buracos negros das ruas da vida."
Nada poderia ser tão adequado, tão verdadeiro, tão simples e tão saído do meu coração, ainda que não tenha saído da minha boca/ da ponta dos dedos!
Em tempos como estes, estou cá. E estarei em tempos melhores e em tempos piores. Sempre. Mesmo que não esteja como sonhei ou como tu vês. Estou e estarei.
Muita força meu pedaço de céu.
Gosto te, trago te cmg. E NADA pode mudar isso! Contra o que fôr!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
tão perto e tão longe
Foi tão de repente....
Entraste na minha vida quando nenhum de nós contava, de uma forma tão natural como respirar.
Um café, outro café, uma gargalhada e um olhar. Uma tarde, um telefonema, outro depois. Um jantar e um sorriso.
Quando dei por mim, o tempo tinha passado depressa, e foi como se tudo o que sonhei e tudo o que quis estivesse ali mesmo, à minha frente.
Não sei como aconteceu. Sei que tudo dentro de mim mudou. Na minha cabeça, tudo é muito mais claro, tudo é muito mais obvio. É como se, sem querer, fosses a resposta.
Sem querer, estavas ali, sabias ouvir-me e ver-me como se nos conhecessemos há anos.
O clique, quase o ouvi em alto volume dentro de mim. Fingi que não, mas não foi possível por muito tempo.
Será que há mesmo coisas que têm que acontecer? Será que chegar a ti era inevitável?
Não consigo deixar de pensar que seja possível.
Assim como não consigo deixar de pensar que NÓS sejamos possivel... Não consigo deixar de ser egoísta ao ponto de te pedir para ficares. Fica perto de mim.
Pensar que possamos afastar-nos por causa de alguém que não pensa nem no meu nem no teu bem nem em nenhum que não seja o seu custa-me mais do que sonhei ser possível.
Esta música passou a ser o simbolo daquilo que começou como uma brincadeira...e que depois cresceu e deixou de ser uma brincadeira para passar a ser o sonho de uma vida.
Por favor, não desperdices isso, babe...
Adoro te
terça-feira, 6 de julho de 2010
Sede de vida.

Tenho sede.
Tenho sede de risos, de gargalhadas, de olhares cumplices e de brilhos intensos.
Tenho sede de sons, de cores e de sabores.
Tenho sede de um coração que bate rápido e tenho sede de um peito cheio de emoções.
Tenho sede de palavras.
Tenho sede de trocas de carinhos, de demonstrações de amor. De qualquer tipo de amor. Mas tenho sede.
Tenho sede, mesmo quando, tal como agora, a mato todos os dias.
Tenho sede porque quando mais me derem 'de beber', mais a sede se intensifica!
Tenho sede PORQUE me dão de beber!
Tenho sede porque estou cheia. Estou cheia de grandes feitos e de pequenos pormenores. E preciso que me dêem de beber, para que possa digerir esta imensidão de sensações que tanto prazer me dão.
Tenho sede de ti. E tu nem sabes! E eu nem sei. Saber não é sentir e sentir nem sempre é saber! Tenho sede de ti e, às vezes, acho que também tens sede de mim!
Tenho sede de mim própria, tenho sede da vida e de tudo o que ela tem para me dar.
Tenho sede do que eu tenho para dar a vida.
Tenho sede do calor do sol, de banhos de piscina, de mar e de areia, de caipirinhas e de noites quentes, de musica e de amizade, de paixão e de alma.
Tenho sede da chuva, de a sentir escorrer no cabelo, tenho sede de uma manta quente, meio litro de café com uma pinga de chocolate, de filmes e do calor de um corpo conhecido à exaustão.
Tenho sede. Todos os dias, quando acordo tenho sede. Todos os dias quando me deito, deito me saciada, para voltar a acordar sedenta.
E ainda bem que assim é :)
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