Como fazemos para saltar os muros que foram ruindo à nossa frente?
Não basta ignorar que lá estão, que lá estiveram outrora...
Como fazemos para ver para alem das sombras que se entrepuseram bem à frente do nosso olhar?
Não basta, com certeza, ignorá-las, pois o caminho não fica mais nítido.
Porque as coisas não deixam de estar presentes só porque tentamos fingir que assim é...
Sobretudo, como fazemos para fingir que não dói, que somos de ferro, que tudo passa em menos de nada??
Serão demasiadas perguntas? Dentro de mim, são apenas uma fracção...
Serão perguntas retóricas?
São apenas um pouco de mim...que não consigo descortinar!
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
minha estrela
Devagar, entrei.
Sem medo, mas sem falsas confianças exageradas.
Entrei, olhei em volta e sorri.
Já me tinha esquecido do cheiro do teu pescoço, do brilho do teu olhar.
Durante algum tempo tudo foi névoa...mas agora está de novo tão nítido que é impossível não reparar!
Podia reconhecer-te em qualquer parte, a qualquer momento.
Estás cravado em mim. Em todo o ser que nunca tocaste, sequer.
Senti-te, mesmo longe, com mais intensidade do que poderia imaginar em dias em que te tive perto, algures perdidos no tempo...
És-me...sou-te...minha estrela
Sem medo, mas sem falsas confianças exageradas.
Entrei, olhei em volta e sorri.
Já me tinha esquecido do cheiro do teu pescoço, do brilho do teu olhar.
Durante algum tempo tudo foi névoa...mas agora está de novo tão nítido que é impossível não reparar!
Podia reconhecer-te em qualquer parte, a qualquer momento.
Estás cravado em mim. Em todo o ser que nunca tocaste, sequer.
Senti-te, mesmo longe, com mais intensidade do que poderia imaginar em dias em que te tive perto, algures perdidos no tempo...
És-me...sou-te...minha estrela
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